Cinco Vidas, Cinco Histórias
Cinco contos protagonizados por personagens distintas, em épocas e ambientes diferentes. O último conto é o culminar dos quatro anteriores.
Editora Primeiro Capítulo. Disponível em livro e em e-book.
Escritor português
Júlio Santos é um autor português de ficção. Começou a escrever contos em junho de 2025 e estreou-se com Cinco Vidas, Cinco Histórias, um livro que reúne cinco contos, publicado pela editora Primeiro Capítulo.
Algumas histórias encontram-nos quando menos esperamos.
Desenvolveu toda a carreira profissional na área da segurança patrimonial — uma atividade que lhe exigia, com frequência, antecipar os piores cenários para conceber as melhores soluções de proteção. Foi isso que lhe desenvolveu a criatividade.
Dotado de uma imaginação fértil, foi depois de ultrapassar uma doença grave que descobriu uma nova forma de lhe dar expressão. Incentivado pelo seu terapeuta a dedicar-se a uma atividade de que realmente gostasse, começou a escrever contos de ficção em junho de 2025.
Fez depois formação em escrita criativa e literária, e é a essa formação — e não à recuperação da doença — que atribui a melhoria do tom da sua escrita.
Está reformado e escreve com regularidade.
«Foram escritos num período em que o meu foco mental tinha de sair de uma doença grave e passar para algo mais produtivo e valioso do que a autocomiseração em que me encontrava.»
— sobre os contos de Cinco Vidas, Cinco Histórias
Cinco contos protagonizados por personagens distintas, em épocas e ambientes diferentes. O último conto é o culminar dos quatro anteriores.
Editora Primeiro Capítulo. Disponível em livro e em e-book.
Uma novela protagonizada por um cachorro. Está escrita e pronta a publicar.
Sem data de edição anunciada.
Uma série de cinco contos dedicada exclusivamente à violência doméstica, cada um sobre uma das formas que ela assume. Três estão escritos:
Faltam os contos sobre crianças e sobre o namoro, com os mapas mentais já concluídos. A série deve ficar terminada em breve.
Sem data de edição anunciada.
Além dos livros, Júlio Santos publica minicontos inéditos na sua página de Facebook, Júlio Santos — Escrita, desde abril de 2026. São histórias curtas, escritas de raiz, que não estão em nenhum livro. Um miniconto tem até três mil palavras; um conto pode ir até às oito mil.
Minicontos novos, livros a caminho, sessões e apresentações. Quem está nesta lista recebe tudo por email — sem depender de uma rede social decidir se mostra ou não mostra.
A partir de agora recebe as novidades por email. Para sair, responda a qualquer um deles a dizer que quer sair — é retirado sem perguntas.
Serviços Sociais da Caixa Geral de Depósitos, Porto.
26 de novembro de 2026, às 16:00.
Entrada por inscrição. A sessão é aberta, mas o acesso faz-se por lista: quem quiser assistir tem de se inscrever antes para ser incluído. Para se inscrever, preencha o formulário aqui abaixo.
O acesso à sessão faz-se por lista. Deixe os seus dados e receberá por email a confirmação e as indicações de entrada.
Vai receber a confirmação e as indicações de entrada por email. Se não chegar nos próximos dias, escreva para juliosantos.escrita@gmail.com.
Júlio Santos está disponível para apresentações, entrevistas e sessões em escolas e bibliotecas. Para convidar o autor, use os contactos abaixo.
É um autor português de ficção, reformado, que desenvolveu a carreira na área da segurança patrimonial. Começou a escrever contos em junho de 2025, depois de ultrapassar uma doença grave, e estreou-se com Cinco Vidas, Cinco Histórias, publicado pela editora Primeiro Capítulo. Há outras pessoas com o mesmo nome — este é o escritor.
Contos de ficção sobre vidas e percursos humanos: a procura do amor, o ciúme, a traição, a determinação, a valentia, os encontros e desencontros. Alguns contos partem de factos reais.
Diretamente ao autor, com dedicatória e assinatura, ou nas livrarias Wook, Bertrand, FNAC e Atlantic Bookshop. Os detalhes estão na página do livro.
Nas palavras do autor: «Mudam-se nomes, espaços, tempo dos acontecimentos. O que importa é manter as conclusões que a história nos deixou.»
Não. A doença foi o motivo para começar a escrever, mas não é a razão de escrever melhor. Nas palavras do autor: «O tom da escrita melhorou depois de formação sobre escrita criativa e literária. Não há uma relação das melhoras da saúde com a melhoria da escrita.»
Nas palavras do autor: «Por norma o público feminino é mais sensível a histórias de amor e desamor. Os comentários dos homens são mais sobre a estrutura e a forma e menos sobre o conteúdo, embora as partes relatando situações de relação física tenham merecido alguns reparos abonatórios.»
A diferença técnica é o número de palavras: um miniconto não deve passar as três mil, e um conto pode ir até às oito mil. Nas palavras do autor: «Um miniconto necessita de ser mais sintético e mais pragmático no contar da história. Pode parecer mais fácil por mais pequeno, mas não é bem assim. As descrições têm de ser mais resumidas, o que por vezes dificulta o descrever parte da história e o leitor ficar perdido. O miniconto exige muito trabalho de resumo, revisão e de pesquisa.»
Sim. Júlio Santos está disponível para apresentações, entrevistas e sessões em escolas e bibliotecas. Os contactos estão no fim desta página.